Director da agência da energia atómica evoca experiência como mediador para suceder a Guterres
O Diretor-Geral da Agência Internacional de Energia Atómica, Rafael Grossi, considerou hoje que a sua experiência pessoal a mediar conflitos e o papel de interlocutor regular entre potências beligerantes poderão contribuir para ser eleito Secretário-Geral da ONU. As declarações de Grossi ocorrem num momento de intenso debate sobre a necessidade de uma mulher assumir pela primeira vez o cargo de secretária-geral da ONU. No entanto, nenhum nome obteve ainda o consenso necessário entre os países. O Secretário-Geral da ONU, é nomeado pela Assembleia-Geral, mas por recomendação do Conselho de Segurança, o que significa que os cinco membros permanentes, Estados Unidos, China, Rússia, França e Reino Unido podem bloquear um candidato.


